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terça-feira, 29 de junho de 2010

Copa 2010

Brasil x Chile (28/06/2010)

Putz! Não tô suportando mais o Galvão e companhia, citando as coincidencias e superstições dos jogos/copas anteriores. Só falta dizer que toda vez que o Brasil foi campeão a bola era redonda e a grama era verde...

Eu não tenho TV a cabo, por isso sou obrigado a ver na TV aberta... e entre o Galvão (que é chato mesmo) e o Luciano do Vale (que acho mais chato ainda, além de lerdo), prefiro o Galvão.. embora os dois sejam cansativos... consigo suportar mais o Galvão ( que se supoe mais capaz de dirigir o time do que qualquer técnico...) ...

Agora outro assunto: A tecnologia (ou falta de) nas partidas, para auxiliar os arbitros.

Ao meu ver, já passou da hora de por um chip na bola, de modo a certificar se a mesma entrou ou não. Isto vai beneficiar o time mais eficiente.
Não acredito que vá tirar a graça do jogo, como dizem aqueles que acham que a polemica é o tempero do futebol. Acho que vai trazer justiça, ao menos em relação aos gols e saida de bola das linhas do campo.
Ainda haverá as duvidas quanto as faltas, penaltis, impedimentos, etc... que poderiam ser solucionadas com o uso dos replays pelos juizes, durante o jogo. Mas como deveria haver uma pausa para o juiz avaliar a jogada pelo replay, aí sim, acredito que pode quebrar o ritmo do jogo, esfriar os animos, trazer mais folego para os times, matar uma possível jogada de ataque/gol, etc, e influenciar no resultado...

Mas, ter anos de treinamento, trabalho, dedicação de um atleta/time, prejudicado por uma falha ou até desonestidade de um juiz, que não percebe se uma bola entrou ou não... é no mínimo "muita falta de sacanagem" :) :) :)...

Segue abaixo algumas imagens capturadas da transmissão digital aberta:


Brasil x Chile (28/06/2010)


Brasil x Chile (28/06/2010)


Brasil x Portugal (25/06/2010)


Brasil x Coreia do Norte (15/06/2010)

sábado, 18 de abril de 2009

Solução paro o erro na instalação dos drivers High Definition Audio

Recentemente, tive problemas para instalar no Windows XP SP3, os drivers para placa de audio onboard ( Realtek HD Audio Driver ) da placa mãe da Asus, modelo P5GC-MX/1333. Quando tentava instalar, quase ao fim do processo de instalação dos drivers, surgia uma mensagem de erro, e a instalação era abortada, e consequentemente, o PC ficava sem som. Este problema ocorria, tanto com o CD de instalação de drivers original da Asus, quanto com os drivers de audio mais recentes baixados do site da Asus .

Após uma busca pelo google [Ah! google! Como você, e, sejamos justos, demais sites de busca (yahoo, altavista, etc,), já me auxiliaram a "descascar varios abacaxis" informáticos!], descobri a solução para esse problema.
A solução foi encontrada neste endereço:
http://www.bram.us/2008/08/20/fix-to-the-hd-audio-bus-driver-failed-to-load-0xe0000227-realtek-high-definition-audio-driver-install-has-failed-errors/

Portanto os créditos vão para o autor do post do endereço acima. Eu somente irei fazer uma tradução livre para o português, no intuito de auxiliar àqueles que não dominem a língua do meu xará, William Shakespeare .

Siga os seguintes passos:

1. Clique com o botão direito em Meu computador, na área de trabalho, em seguida em Propriedades, com isso abrindo a janela Propriedades do Sistema;

2. Clique na aba Hardware, e seguida no botão Gerenciador de Dispositivo;

3. Na janela Gerenciador de Dispositivo, procure por Driver de Barramento Microsoft UAA para High Definition Audio, conforme ilustrado na imagem abaixo.



4. Primeiro desative-o, e em seguida desinstale-o. Feche Gerenciador de Dispositivo e execute novamente o processo de instalação dos drivers da placa de audio, que agora irá ser instalado com sucesso.

Bem; comigo esse processo deu certo. Espero que dê certo, também, para qualquer outro que porventura, venha experimenta-lo.




segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Tecnologia, nos libertou ou aprisionou?

Há tempos atrás, pregava-se que, com o avanço da tecnologia e a criação de novos aparelhos, máquinas; nos tornariamos mais livres para fazermos o que quisessemos, pois ao executar certas tarefas mais extenuantes, demoradas e mais rapidamente por nós, teriamos tempo livre para o nosso prazer.

Bem, hoje em dia temos varias máquinas modernas e com tecnologias impensáveis há... 100 anos atrás. E progressivamente mais baratas, acessíveis a maioria da população. Temos telefones móveis (celulares), computadores, internet, GPS (Global Positioning System - Sistema de Posicionamento Global), automóveis mais velozes, etc. No entanto temos cada vez menos tempo. Todos estão sempre "correndo atrás".

Eu me pergunto onde foi parar todo aquele tempo a mais que teriamos!

O telefone móvel (celular) que nos traria mobilidade e a liberdade de não ficar atado a um telefone fixo e nos traria a comodidade de entrar em contato com outrem em qualquer lugar onde estivessemos, serve muito mais para que sejamos encontrados mesmo quando não gostariamos de se-lo. Tornou-se também um instrumento de vigilancia. Nos ligam a todo instante para saberem onde estamos, que hora voltamos, checam sua memória para saberem com quem nos comunicamos e o que conversamos. Enfim transformou-se também num instrumento de controle, de castração, de repressão. E ai de você, se desliga-lo, ou esquecer de leva-lo, ou não manter carga em sua bateria.

Os computadores realizam algumas tarefas muito mais rápida e eficientemente que uma pessoa. Legal isso, não é!? Já que ele é tão rápido e eficiente, teremos mais tempo para o lazer, não é!?
Ledo engano. Se antes era possível, por exemplo redigir 100 páginas de um documento por dia, isso não implica que ao terminarmos, com o auxílio do computador, essas mesma 100 páginas em duas horas, que poderemos ir mais cedo para casa, não! Implica que agora ao invés das 100 páginas/dias, nossa cota passou a ser 1.000 páginas dias. E manter-se dentro da cota não é muito aconselhável, caso queira ser visto com bons olhos pelos chefes e sonhar com uma promoção na empresa.

A internet é uma tecnologia maravilhosa, que "encurtou" as distancias, democratizou a informação e cultura, revolucionou a comunicação, possibilitou que as notícias/novidades/informação fiquem acessíveis a qualquer um, praticamente em qualquer ponto do globo, etc. Enfim internet, em minha opinião, é a quintessência da tecnologia atual. Eu creio que não consigo mais viver sem a acesso a internet. Acho que eu piraria.
Mas essa mesma internet pode ser, e é, instrumento de controle das pessoas. Nossa navegação pode ser rastreada e aquele site "inocente" que gostamos de acessar pode vir a ser de conhecimento de terceiros. Vivemos com medo de que nossas senhas sejam roubadas por marginais cibernéticos. Temos medo que vândalos infectem nossos computares com "malwares" de toda sorte e maleficência. Ficamos sujeitos a que empresas mil imiscuam-se em nossos computadores via "cookies" e outros artifícios e nos inundem com suas ofertas "imperdíveis".
Sites de relacionamentos, como Orkut, Facebook, MySpace, etc. se tornaram sites de vigilancia e controle. Cônjuges, parceiros, pais, inimigos, "amigos", nos patrulham por meio desses sites. Buscam saber com quem e o que conversamos, quem adicionamos, quem nos adiciona, quem visitamos e quem nos visita, que fotos/videos publicamos ou vemos, etc. Há registros até mesmo de assassinatos por conta das informações colhidas nesses sites. Programas de mensagens instantâneas, como "Windows Live Messenger", "Skype", "Google Talk", 'ICQ", "Yahoo Messenger", etc. padecem dos mesmos males.

Os veículos automotivos estão a cada dia mais velozes e cheios de tecnologia, podendo até se saber em que ponto exatos estão em determinado momento. No entanto a maior velocidade não nos leva mais rapidamente ao conforto de nossos lares. Serve mesmo é para que façamos mais viagens a trabalho. Por que visitar somente cinco clientes ao dia se podemos com nossos modernos e velozes veículos, visitar dez? Por que fazer um frete por semana se podemos agora fazer um por dia? Por que entregar uma pizza a cada meia hora, se dá para entregar uma a cada dez minutos? Arriscado? Arriscado é ficar sem dinheiro para pagar as contas no fim do mês.

Não sou nenhum ludita (
Indivíduo que se opõe à industrialização intensa ou a novas tecnologias.). Adoro novas tecnologias, não nego que elas realmente melhoraram nosso padrão de vida. A única tecnologia em que não consigo perceber benefícios para a humanidade é a bélica. Muito embora ache legítimo buscarmos nos defender contra quem nos ataque/agrida.

Os avanços tecnológicos não são culpados pelo seu mau uso. Deveria haver uma tecnologia para evoluir a indole humana.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Cinema wireless

Cinema "Wireless"

Há uma tendencia atualmente de se eliminar os fios do nosso cotidiano. Aparelhos eletrônicos, mas especialmente os de informática, mouse, teclado, modem, roteador, placas de rede, internet sem fio, "Home Theater" sem fio, aparelhos com "Bluetooth", etc, enfim, a tendencia é acabar com os fios onde for possível, inclusive até o de "força", aquele que vai ligado à tomada da parede que fornece energia elétrica, pois já há estudos para transmissão de energia eletrica sem fios. Alías essa idéia de transmissão de energia elétrica sem fios, não é recente, foi concebida pelo genial Nikola Tesla no inicio do século vinte. (Mais informações sobre Tesla na wikipedia, em inglês, aqui.)

No entanto o cinema de ação parece caminhar na contra-mão dessa têndencia. Atualmente conta-se nos dedos os filme de ação em que as cenas de luta não contem com o auxílio de cabos (fios) para realizar as sequencias de luta de seus protagonistas.
Vejam bem, nada tenho contra o uso de recursos técnicos para auxiliar no realismo de uma cena. Efeitos especiais, mecanicos, óticos, digitais, são necessário e bem vindos para nos iludir, nos passar a sensação de realidade, de que uma, por exemplo, queda do topo de um edifício foi "real". Nós sabemos que o ator não caiu realmente do topo do edifício, mas a função do efeito especial é que não consigamos distiguir entre uma cena de ficção e uma queda real que por ventura tenha sido filmada.

O cinema de ficção não tem que ser, e não é mesmo, um retrato fiel da realidade, ele pode e deve, em alguns casos, ser fantástico, criar novos universos e "leis" físicas para contar uma história e no embalo nos fascinar. O real é muitas vezes chato de se ver mesmo. E cinema é uma arte cara e que precisa se pagar e lucrar, por isso é legítimo que busque atrair o maior público possivel com todos os artifícios de que possui. Mas o exagero, o extremismo, pode surtir um efeito oposto. Ao menos em mim surte. Quando um filme pega pesado demais nos efeitos, no "espetaculo", acaba me afastando do mesmo, e não conseguindo lucrar comigo. Se eu gosto de um filme, eu o "consumo" mais posteriormente, mesmo após assisti-lo, seja no cinema, no computador ou com locações do DVD. Ou seja, mesmo que eu já tenha gasto com um filme (ou não, nessa era de internet e "downloads"), se o mesmo me agradou, faço questão de aluga-lo, reve-lo no cinema, comprar o DVD para te-lo em minha coleção e rever sempre que quiser, para o meu próprio prazer e também para remunerar os produtores/criadores, para que continuem a nos propiciar obras para o nosso deleite e pagarem suas contas, né!?.

O problema reside na "espetacularização extrema" que citei no post anterior. Com o objetivo de nos deixar de queixo caido com as sequencias de luta, criam se coreografias marciais, que embora, muitas vezes, sejam belíssimas de se ver, são totalmente impossíveis de se realizar na vida real. Alías na vida real, mesmo com o auxílio de cabos, certos movimentos não seriam possíveis, visto que as cenas depois ainda sofrem modificações no computador (em um recurso conhecido como CGI, acrônimo para Computer Generated Imagery), na chamada pós-produção.

Mas como disse esse "universo paralelo", em alguns casos é adequado, como por exemplo, em "Matrix", em que se usou e abusou do uso de fios para a realização das sequências de luta (voces não acham que Keanu Reaves consegue mesmo sustentar a perna erguida e ereta daquele jeito em algumas cenas do filme, né!?), para ilustrar as habilidades e possibilidades de Neo e companhia naquele ambiente virtual em que o limite é a sua mente. Porém em outros casos, faz se necessário um pouco de comedimento ao se criar as sequências de luta. Desde que não se trate de uma comédia ou uma paródia/brincadeira/homenagem estilo "Kill Bill", fica ridículo voce ver um lutador praticamente voar durante as cenas de luta, tipo em "O Mestre das armas" com Jet li, que teoricamente retrata a vida de ser humano real. Claro, o cinema desde sempre fantasiou um pouco a realidade, tornando-a mais emocionante e legal de se ver, principalmente o cinema voltado ao entretenimento. No entanto o avanço tecnológico propicia hoje a criação de cenas que só tem como limite a imaginação dos cineastas. E ai que mora o perigo, nas mentes "criativas" dos cineastas. Eu particularmente, até aceito um certo exagero, durante uma sequencia de luta entre seres humanos normais, em um filme que retrate este (o nosso, real) universo (e como já disse, não seja uma comédia/paródia). Uma "mentirinha" é gostosa de se ver e torna o filme mais emocionante e divertido. Mas sem extrapolar totalmente as leis da física, ficando dentro do crível. sem contar que os protagonistas atualmente são, também, praticamente invuneráveis.


Voces não acham mesmo que Keanu Reaves mantem a perna erguida no ar dessa forma, com seus próprios músculos, né!? :>)

Sei que estou parecendo um velho ranzinza, que só sabe reclamar (alías existem pessoas que o grande prazer de suas vidas é reclamar. De qualquer coisa :>). Parecem que só estão felizes reclamando e depreciando a tudo e todos. Sem isso não teriam proposito nessa vida). Eu não sou um deles. Ao menos espero e luto por não se-lo. Graças, ainda tenho prazeres e aprecio muita coisa nessa vida, sejam criações da natureza ou dos homens.

Não tenho nada contra o progresso tecnologico. Não sou desses bitolados que são contra tudo que é novo, diferente do que eles estão acostumados. O cinema deve muito do seu sucesso ao avanço tecnico, ao espetáculo. Ou alguem se ilude que a longevidade do cinema se deva mais a filmes como "King Kong", "Tubarão", "Star Wars", etc.; do que a "Persona", "8 e ½ ", "Blow up" ...!?

Por isso não tenho nada contra os avanços tecnologicos e uso de CGI. Quando bem aplicados. Mas que está tendo um excesso hoje em dia, ah! isso tá!. As vezes uma boa luta entre dois seres humanos de verdade, que se machucam, que não voam, que não executam acrobácias impossíveis até para ginastas olímpicos de alto nivel, que morrem se cairem do topo de edíficios, etc, é muito mais empolgante, justamente por nos identificarmos com ela; sabermos que nós poderiamos realiza-las ou passar por aquela situação. O "real" gera uma empatia maior em nós, nos envolve/imerge no filme e nos faz temer pela vida/saude dos protagonistas. O que não ocorre com alguns filmes (ou desenhos animados?) de hoje em dia.

Nada melhor que uma boa troca de murros, socos e pontapes entre dois seres humanos normais, e sem os fios (e CGI) que hoje em dia torna todo mundo "imune" à gravidade :>).

Ah! As vezes não há nada melhor do que um bom cinema wireless.