domingo, 10 de setembro de 2017

Teoria Científica

Por que "acreditar" na ciência?

Um fato que ocorreu comigo, quando estudava física (não lembro mais se no 2º grau ou se no curso técnico de eletrônica), mais especificamente eletricidade, o movimento dos elétrons, e que mudou minha visão do mundo, da ciência, da religião, da vida. Diria até que foi dos fatos mais cruciais que me ocorreu e que me moldou na pessoa que sou hoje (para o bem ou para o mal).

O professor (ou professora, tbm, não lembro mais... :( ), explicava, baseada num livro didático, que a energia elétrica era oriunda dos movimentos dos elétrons dentro de um material condutor (fios de cobre por exemplo). Aí eu me virei pra um colega do lado e comentei:

- Que garantia a gente tem disso, que realmente é isso mesmo que ocorre (que os elétrons se movem dentro do material condutor)!?
A resposta dele, como disse, mudou pra sempre minha visão, minha percepção do mundo, da realidade, da ciência:

- Enquanto explicar isso (e apontou para sua calculadora eletrônica, para a lâmpada acesa.).
[Ou seja, enquanto, baseado nessa teoria, conseguirmos os resultados esperados.]

Naquele momento algo mudou na minha cabeça pra sempre, foi como se um tapa-olhos fosse tirado dos meus olhos, dos dois.
Uma resposta curta, simples e genial.
Serei grato a esse colega pelo resto da minha vida.

Compreendi que a ciência não se baseia em acreditar, em achar, querer, não é uma questão de ter fé. É uma questão de evidencias, resultados, provas, respostas.

Baseada em hipóteses, realiza-se testes, e de acordo com os resultados chega-se a uma teoria cientifica (e o conceito de teoria em ciência é diferente do conceito popular. No fim desse texto deixo o conceito de teoria cientifica). E com base nessa teoria cientifica cria-se tecnologias, serviços, aparelhos, maquinas das quais desfrutamos, e até dependemos pra viver (remédios, marca-passos, cirurgias, próteses, etc.).

Então quando vejo, hoje em dia, ser cada vez mais comum, pessoas negando, repudiando a ciência, principalmente quando vai de encontro à suas crenças religiosas, como o "Big Bang" ou a "Evolução das Espécies", me pergunto se essas pessoas também negam, repudiam seus smartphones, computadores, a internet, seus carros, o GPS, TV, radio, transplantes de órgãos, cirurgias, remédios, etc., etc., etc....

E me pergunto, por que os cientistas mentiriam em questões como a Teoria da evolução das especies e a teoria do Big Bang (que, segundo alguns, o correto é uma grande Expansão, e não Explosão)??
Em todas as outras eles falaram a verdade, mas nessas duas principalmente, que contradizem crenças religiosas, eles estariam mentindo??
Será que há uma conspiração envolvendo cientistas há vários seculos, países, culturas com o intuito de mentir para toda a humanidade???

E veja bem, não estou afirmando que eles não possam estar errados. São seres humanos, e falham.
- Isaac Newton falhou supondo que o tempo fosse absoluto. Einstein provou que era relativo (depende da velocidade, da força gravitacional).

- Albert Einstein falhou afirmando que o universo era estático, e depois se retratou após Edwin Powell Hubble provar que o universo estava em expansão.

E há inúmeros outros exemplos de equívocos cometidos por grandes cientistas.

E também, não estou afirmando que cientistas não mintam. Há vários casos de cientistas desonestos, mentirosos, arrogantes, por vários motivos: ganancia, vaidade, crenças religiosas, etc...
Mas ao longo dos anos, décadas, séculos, suas afirmações são postas à prova e senão se confirmarem, são descartadas. A ciência não é dogmática.
Por mais tempo que possa perdurar (frequentemente através da violência, terror), um dia a realidade irá derrubar a mentira.
Experiências, testes, raciocínios, reflexões lógicas, evidencias, fatos irão trazer à tona a verdade.
Por séculos acreditou-se que a terra era o centro do universo e que tudo girava em torno dela; que a terra era plana (hoje ainda, também, né :( ); que tomates eram venenosos, etc.

E não defendo que devemos "acreditar" em cientistas cegamente. Pelo contrário, devemos ser céticos sempre (na acepção: Disposição para duvidar de tudo). Céticos no sentido de aceitar a probabilidade de suas afirmações, mas não como algo definitivo, absoluto, inquestionável, imutável.

Mas, também não podemos ser cegos às evidências, aos fatos, aos resultados ao nosso redor, em nossas mãos (nesse momento estou em um computador, com acesso à internet, utilizando energia elétrica, iluminado por uma lâmpada, sentado em uma cadeira revestida de plástico, ao lado de uma geladeira, etc....).

Até que uma nova explicação seja proposta e comprovada mediante testes/resultados, tendo a aceitar (mesmo que provisoriamente) as respostas propostas para as perguntas científicas, que trazem os resultados (produtos/serviços) que usufruímos.

E o fato de você não ter como comprovar as teorias cientificas, não significa que outros não possam. Seja por você não ter formação acadêmica, acesso à recursos para tais experiencias/testes; ou por falta de capacidade cognitiva (inteligencia), mesmo. Por que sejamos realistas, a verdade é que algumas pessoas são mais inteligentes que outras, mesmo. Seja no geral ou, principalmente, em determinadas áreas. A pessoa pode ser genial em História e um fracasso em Matemática (e vice-versa). Ótimo em Humanas e péssimo em exatas.
Por exemplo o Big Bang. Por que se chegou à teoria de que o mesmo ocorreu?
Porque se o universo está expandindo, conclui-se que em um tempo, provavelmente, esteve totalmente coeso, comprimido.

E como já disse, seus achismos por si só não possuem valor pra refutar essa teoria.
Quer propor outra explicação? Estude, pesquise, teste e apresente dados, evidencias, comprovações físicas, logicas, matemáticas, de suas afirmações. Submeta-as à comunidade cientifica e aguarde seu Nobel, se se provarem verdadeiras, trazerem os resultados esperados. E o Nobel, além do valor cientifico, do prestígio, traz um recompensa financeira que não é de desprezar, hein?! O valor da premiação do Nobel foi fixado em 2012 em oito milhões de coroas suecas (1,260 milhão de dólares).
Mesmo que você seja desapegado ou não precise de dinheiro, dá pra fazer bastante caridade com ele, não!?

Enfim, devemos ser humildes para reconhecer nossas limitações.
E, eu particularmente, dou mais credibilidade à pessoas que ao longo dos anos, seculos, pesquisaram, estudaram, testaram, puseram à prova, permitiram que outros avaliassem, estudassem, confirmassem suas alegações, teorias; do que naqueles que me apresentam uma verdade absoluta, inquestionável, eterna.

A principal qualidade da ciência é ser incansável em sua busca por respostas e principalmente não ser dogmática, não se impor como inquestionável, absoluta, imutável. Sua qualidade é exatamente ser flexível, corrigível, mutável; se permitir ser corrigida, descartada, com novos conhecimentos, evidências, argumentos.

A ciência não tem todas as respostas e nem finge ter ou busca se impor como se tivesse.

Mas, embora não infalível, ainda é o que mais próximo nos poê das respostas.

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A metodologia científica

O árduo trabalho do cientista passa por diversas etapas até sua publicação.

Teoria científica é o conjunto de conhecimentos que procura explicar, com alto grau de exatidão, fenômenos abrangentes da natureza, ou seja, é diferente do significado da palavra "teoria" utilizada no dia a dia, no senso comum, quando dizemos que algo “é apenas uma teoria”, no sentido de que é uma mera especulação. Um exemplo de teoria científica é a Teoria da Evolução, que explica como espécies se transformam ao longo do tempo.

O método científico engloba a observação de um fato; elaboração de uma “pergunta” acerca desse fato, com base em uma teoria que precisa ser explicada; e formulação de uma hipótese, consistindo em possíveis respostas testáveis para esta pergunta.

Muitas vezes o cientista testa sua hipótese por meio de situações experimentais como forma de confirmar ou refutar suas deduções. Quando é refutada, esse deverá modificar a hipótese ou substituí-la por outra.

Geralmente, quando são necessárias experimentações, utiliza-se um “grupo-controle”, que será o objeto de comparação. Por exemplo, para verificar se a água de determinado ribeirão está poluída pode-se utilizar métodos de ecotoxicologia, que constitui em depositar concentrações crescentes desta água em diferentes aquários contendo dois peixes de mesma espécie e idade (grupo experimental) e, como grupo controle, dois peixes em um aquário contendo água de torneira. Após o tempo necessário, compara-se a situação dos animais das diferentes concentrações com o grupo experimental, permitindo que os resultados e hipóteses sejam validados ou não.

A publicação em revistas científicas especializadas seria a última etapa do processo. Esta é uma forma de divulgar o trabalho e permitir que outros cientistas repitam a experiência e confiram os resultados ou se baseiem para outras pesquisas.

Hipóteses confirmadas por diversas experiências e experimentos poderão ser consideradas leis e um conjunto de leis e hipóteses poderão formar uma teoria. Todas as duas, apesar da credibilidade no meio científico, podem ser corrigidas e aperfeiçoadas à medida que novas descobertas são lançadas. O fato, muitas vezes confundido também com o que vem a ser teoria, reformula e rejeita esta, na medida em que teorias são passíveis de modificação: ele redefine e esclarece-as, melhorando os conceitos propostos por elas.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
Biologia - Brasil Escola

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
ARAGUAIA, Mariana. "A metodologia científica"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 10 de setembro de 2017.

Fonte:
http://brasilescola.uol.com.br/biologia/a-metodologia-cientifica.htm

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Você sabe a diferença entre “teoria Científica” e "teoria popular"?

Muitas vezes as pessoas confundem “Teoria Científica” com teoria popular, por puro desconhecimento dos termos. Uma teoria científica é o grau máximo de comprovação de uma hipótese.

Da mesma forma que a Teoria da Relatividade, a Teoria da Gravitação, e a Teoria Atômica, a Teoria da Evolução é cientificamente aceita por apresentar evidências científicas.

E a Teoria da Evolução já foi comprovada, tanto em campo quanto em laboratório. É de grande utilidade em áreas como epidemiologia, controle de pragas, pesquisas medicinais, entre outros (Bull and Wichman 2001; Eisen and Wu 2002; Searls 2003).

Outra confusão é entre teoria e fato. Teoria não é fato, mas sim composta por fatos. Dizemos que a evolução é um fato, e que a teoria da evolução explica o fato. 

Se “apenas uma teoria” fosse objeção a alguma coisa, criacionistas também deveriam ser “antigravitacionistas”, “antiatomistas” e “antirelativistas”.
E mesmo assim, até a teoria gravitacional apresenta grandes desafios (Milgrom 2002), mas mesmo assim o fenômeno da gravidade, assim como a evolução, continua sendo um fato.

Os aspectos da evolução dia-a-dia - variabilidade genética, mudanças morfológicas, mudanças funcionais, e seleção natural – ocorrem em taxas consistentes com ancestrais em comum.

Ainda mais, as diferentes linhas de pesquisa são consistentes entre si, todas elas apontam para o mesmo fato. Por exemplo, evidências à partir da duplicação dos genes no genoma do levedo mostram que sua habilidade para fermentar glicose evoluiu cerca de oito milhões de anos atrás. Evidências fósseis mostram que frutas fermentáveis se tornaram comuns em torno do mesmo período de tempo. Outras evidências genéticas que mostram essa mudança são encontradas em plantas e insetos frutíferos, também no mesmo período (Benner et al. 2002).

As evidências são massivas e consistentes, e todas apontam para o mesmo fato consumado da evolução, incluindo ancestralidade comum, mudança com o tempo, e adaptação influenciada pela seleção natural. Seria presunção demais não aceitar esses fatos como evidência científica.






sábado, 26 de agosto de 2017

TV 4K e H.265

Algo sobre TVs 4K.

Embora algumas analises aleguem que a diferença de imagem não é tão superior ou não é notável principalmente em modelos abaixo de 40 ".
Acho importante e acho que compensa, adquirir uma TV 4K, devido ao suporte ao formato x265 (H.265) de vídeo, que proporciona a mesma qualidade de imagem com tamanhos de arquivos bem menores que seu antecessor, o x264 (H.264). Já vi vídeos em x264 com 1 GB de tamanho, e com aproximadamente 250 MB em x265, mantendo a mesma qualidade.

Pode-se em TVs 4K assistir filmes, vídeos em alta qualidade de imagem pelas portas USB, ou via streaming (Netflix, YouTube, etc.), via rede LAN, WiFi, pois as mesmas possuem capacidade de processamento para rodar esses vídeos. E o codec desses vídeos é o H.265.

Claro que quem for codificar deve saber configurar corretamente o codec.

O formato de codificação x265, também é nomeado como H.265 e HEVC (High Efficiency Video Coding).

Mais informações em:

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Democracia e maioria

Democracia não é o governo da maioria

É o governo do povo, através dos representantes votado pela maioria, pra governar pra toda a população, maioria e minoria.
Implica em governar pra garantir que todos tenham os mesmos direitos e deveres, sejam maioria ou minoria.

Não confunda democracia, com ditadura/tirania da maioria sobre a minoria. Com a eliminação dos direitos da minoria. Com a imposição da vontade da maioria sobre a minoria. Com a proibição de direitos à minoria. Com a eliminação da representatividade das minorias.

Democracia é o governo que garanta que os direitos e deveres da nação sejam os mesmos para todos. Para garantir que as leis sejam as mesmas para todos, sem exceção.

Não devemos esquecer que há algumas décadas atrás, mulheres não tinham direito ao voto. E essa era a vontade da maioria (maioria dos que votavam, obviamente).
Negros não tinham direito ao voto. Aliás negros nem gente eram considerados, eram propriedades. E era a vontade da maioria.
Alguém acha que essas vontades da maioria estavam corretas?
E so mudou a custa de muita luta, mortes dessas parcelas da sociedade, desse povo. E democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo. E mulheres e negros, tbm, são povo. Ou não?!

Ainda sobre democracia e maioria.

Não devemos esquecer que há algumas decadas atrás, mulheres não tinham direito ao voto. E essa era a vontade da maioria (maioria dos que votavam, obviamente).
Negros não tinham direito ao voto. Aliás negros nem gente eram considerados, eram propriedades. E era a vontade da maioria.
Alguém acha que essas vontades da maioria estavam corretas?
E so mudou a custa de muita luta, mortes dessas parcelas da sociedade, desse povo. E democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo. E mulheres e negros, tbm, são povo. Ou não?!

O povão confunde democracia, com vontade da maioria. Quer dizer que se a maioria votar a favor de estuprar mulheres que usam shortinhos... então ok!?


Democracia:
Assim como o próprio sistema político, a palavra “democracia” tem origem do grego, e vem de DEMOKRATIA, sua versão em latim era DEMOCRATIA também, seguindo a vertente grega. O termo tem em sua base duas palavras gregas: DEMOS, que significa “povo, distrito” e KRATOS “Domínio, poder”, o que nos traz o significado de “poder do povo” ou “governo do povo”.

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Por essa e outras, como seu homofobismo, apologia da tortura, etc., eu nunca votaria nesse babaca...









Bolsonaro Contra o Estado Laico e as Minorias:

https://youtu.be/Zx0x4Q8qay4

Eu tenho é medo desses bando de fanáticos religiosos... Se deixar esse povo impoe uma teocracia no Brasil... Aí, meu amigo, logo, logo, eles vão tá decidindo o que vc pode ler, ouvir, assistir, vestir, dizer, cantar, dançar, estudar, escrever, pesquisar, desenvolver... Aí, sim, vcs verão o que é inferno...

domingo, 13 de agosto de 2017

Brasileiro Smart

Recentemente começaram a vender "soundbar" para incrementar o som de TVs.
Mas, e por que "SoundBar", e não barra de som?? PQP, mas brasileiro, em geral, é "macaco de americanos, mesmo, né?!
Aposto que se eu chegasse em uma loja e perguntasse por Barra de Som iam rir na minha cara (senão abertamente, pra não perder o "costumer", interiormente em suas cabeças). Isso se soubesse do que se trata, né?! Ririam do "jeca" ignorante, atrasado. Afinal, ser moderno, inteligente é empregar palavras em inglês a cada frase, mesmo que tenhamos palavra equivalente em português. Afinal, temos que ser "smarts", né?!

E de preferencia, nunca traduzir, sempre usar a versão em inglês, ou aportuguesar expressões inglesas, como:
"startar";
"printar";
"scanear";
etc...

Vai gostar de ser capacho assim lá na "bitch who gave you birth" (ou em bom poruguês: "na puta que te pariu"). :)

Americanos, ingleses, e povos das demais nações do dito primeiro mundo, não tão nem aí pra gente, no máximo nos querem pra lavar suas privadas, fazer o serviço podre que eles consideram baixos pra eles, e "fuck you" pra gente. Mas o que não falta é lambe-botas de estrangeiro de primeiro mundo aqui...





sábado, 12 de agosto de 2017

Fim da produção de TVs 3D

:(
Nao estão fabricando mais TV 3D.. ... eu gosto de 3D... embora, depois de um tempo, usemos pouco o 3D, e o efeito pareça não causar mais a mesma percepção de volume, profundidade, eu gosto de ter a opção, e vez ou outra assistir um conteúdo em 3D em casa.

Embora a maioria dos filmes 3D não explore, em minha opinião, bem o efeito 3D, pois focam mais no efeito de profundidade pra dentro tela, e não no efeito "pop out" (objetos "sair" da tela), que acho que é o legal do 3D.

Aliás, até acho que essa pouca exploração do "pop out" é um dos maiores (senão o maior) responsável pelo baixo interesse do consumidor. A gente quer ver objeto se projetando pra fora da tela, "caindo" na nossa sala :), fazendo a gente desviar da frente :) .
Já os videos demonstrativos costumam explorar bem esse efeito "pop-out".
A necessidade de usar óculos especificos pra assistir em 3D, também, é um fator determinante pro desinteresse do publico.

O fato é que os fabricantes pararam de fabricar TVs 3D, no momento em que escrevo (12/agosto/2017), alegando que as vendas ficaram abaixo da expectativa, caindo gradativamente, não sendo mais atraente produzi-las ...
Pode ser que volte no futuro, mas por enquanto, cessaram a fabricação, vendas.
Eu lamento.

Link para uma materia sobre o tema:

https://tecnoblog.net/206287/tv-3d-ja-era/

A "picaretagem" das SoundBar

A "picaretagem" das SoundBar.

Algo que tenho notado, é que alguns fabricantes de TVs, têm diminuido, tanto a potencia, quanto a qualidade do som de suas TVs. E oferecem pra compensar SoundBars.

Ou seja diminuiram a qualidade do som, para te forçarem a gastar mais em um dispositivo que melhore a potencia e qualidade do som.

E essas soundBars não são baratas, algumas custando quase o preço da TV em sí (amostras de preços mais abaixo).
As TVs há um tempo atrás, em geral tinham uma boa potencia e qualidade sonora com seus proprios auto-falantes.
Claro que sempre é recomendado instalar um sistema de som dedicado para se ter a melhor qualidade de som. Uma TV sozinha não vai te proporcionar isso.
Mas baixaram demais a qualidade para te forçar a gastar mais.
Exemplo: Mesmo uma TV abaixo de 40" polegadas há algum tempo, vinha com 20W de potencia RMS. Hoje em dia estão vindo com 6W, inclusive algumas acima de 40"

Além de ser mais um trambolho pra dispor em sua sala, os preços estão extorsivos (além de serem 2.1 canais apenas). Vejam valores extraidos da coluna do Xandô:

- Soundbar 130W – 2.1 Canais com Subwoofer sem fio | K 360
Preço sugerido: R$1.099,00;

- Soundbar 300W – 2.1 Canais com Subwoofer sem fio | K 450
Preço sugerido: R$1.499,00;

- Soundbar Curvo 260W 2.1 Canais com Subwoofer Sem Fio | M 4501
Preço sugerido: R$1.999,00.

De boa?! Pagar mais de R$1.000,00 (inclusive, mais caras que muitas TVs de 42" ) por um equipamento de som que nem são surround real (2.1 canais só)!?
Muito obrigado, mas vou dispensar essa "ofertona". :)
Acho mais racional comprar um sistema de som 5.1 canais (Surround real), no minimo, cujo os preços são proximos a essas soundBars.

Uma coisa é disponibilizar equipamentos sonoros melhores, mais potentes, para melhorar sua experiencia sonora. Mas baixar a qualidade do audio das TVs pra te forçar a comprá-los, achei muita desonestidade...

Ah!! E por que "SoundBar", e não barra de som?? PQP, mas brasileiro, em geral, é "macaco de americanos, mesmo, né?! Aposto que se eu chegasse em uma loja e perguntasse por Barra de Som iam rir na minha cara (senão abertamente, pra não perder o "costumer", interiormente em suas cabeças). Isso se soubesse do que se trata, né?! Ririam do "jeca" ignorante, atrasado. Afinal, ser moderno, inteligente é empregar palavras em inglês a cada frase, mesmo que tenhamos palavra equivalente em português. Afinal temos que ser "smarts", né?!

E preferencialmente, nunca traduzir, sempre usar a versão em inglês, ou aportuguesar expressões inglesas, como:
"startar";
"printar";
"scanear";
etc...

Vai gostar de ser capacho assim lá na "bitch who gave you birth" (ou em bom poruguês: "na puta que te pariu"). :)

Link para coluna do Xandô:

http://www.fxreview.com.br/2017/07/samsung-traz-novas-tvs-e-os-muito-uteis.html

domingo, 30 de julho de 2017

Genius Einstein

Genius - Albert Einstein

No youtube:

https://youtu.be/1QJbLO6Mqd4

Não deixe de assistir essa minissérie da National Geographic com 10 episódios de 1 hr aproximadamente., se voce gosta não apenas de ciencia, admira Einstein, mas também de uma boa trama, história, e de conhecer um pouco mais do lado humano dos gênios.

Óbvio, que há uma romantização, uma licensa poética, pra fins de dramatização, entretenimento, mas é uma otima opção.

Além de ser muito divertido ver o lado garanhão de Einstein... 😀

A história da Mileva Maric, sua primeira esposa, tbm é muito bonita... E Einstein, apesar de genio da física, não era tão admirável em questão de seus relacionamentos afetivos, pessoais, segundo algumas fontes. A propósito há até fontes que alegam, que até na fisica ele não era tão genial, tendo plagiado idéias de outros... Mas, polêmicas sempre acompanham quem se destaca, seja em que área for...

Mas que série fantástica, essa "Genius" , sobre Albert Einstein, da National Geographic!!!

E que vida e atitudes fantasticas, surpreendentes, as de Einstein:
- Foi um dos únicos cientistas a se recusar a assinar um manifesto favorável à guerra em plena Alemanha na Primeira Guerra Mundial;
- Foi perseguido por Philipp Lenard (o físico oficial do nazismo. Está história tá explanada num texto mais abaixo nessa postagem);

- Teve um caso com uma espiã russa nos USA, em plena guerra fria;

- Foi perseguido pelo FBI de J. Edgar Hoover, por suspeitas de espionagem;

- Deu aula em uma universidade só pra negros, no racista USA da época;

- e um enorme etc.
Alem de ter convivido com vários genios da epoca, todos retratados, na serie, como: Marie Curie, Carl Jung, Max Planck, Niels Bohr, Franz Kafka, etc...

De boa, pra mim, uma série muito mais emocionante que a mais badalada do momento, Game of Thrones. Simplesmente lida com fatos que por mais que pareçam fantásticos, sao reais: luz que se curva, tempo que corre mais lento, massa que pode gerar quantidades enormes de energia ( segundo a equação mais famosa de todos os tempos: E=MC² )...

Claro, que houve liberdades para torná-la mais emocionante... e funcionou... Adorei, me emocionei, ri e chorei em varios trechos...
Se dê esse presente: Não deixe de assistir.

#NationalGeographic #Genius #Einstein #e=mc²


Genius - Einstein - Teaser trailer:




Genius - Einstein - Trailer Extendido:




Albert Einstein - Dublado, documentário completo sem cortes:



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Abaixo a tradução de um artigo interessante sobre Einstein:

QUANDO A CIÊNCIA FICA FEIA:
a história de Philipp Lenard e Albert Einstein
[O homem que perseguiu Einstein]

Os cientistas nem sempre são tão científicos quanto muitos supoem. Recentes casos bem publicitados de fraude científica demonstram que os cientistas podem ser tão suscetíveis às atrações da riqueza, poder e fama como os políticos, o grupo que goza da menor confiança pública. Casos mais rumorosos recentes incluíram resultados falsificados no desenvolvimento de uma vacina contra o HIV e novas técnicas para a produção de células tronco.

Tais violações provam que os cientistas nem sempre baseiam seu trabalho estritamente na experimentação rigorosa, na coleta e análise de dados e nos testes de hipóteses. Na verdade, os cientistas freqüentemente discordam uns dos outros, tanto como indivíduos quanto como representantes de escolas de pensamento concorrentes. Alguns desses debates fervem por anos. A teoria das Supercordas, às vezes chamada de "teoria de tudo", tem sido um tópico de rivalidade vigorosa há mais de 30 anos.

Em alguns casos, personalidades, preconceitos e ciúmes mesquinhos entram em cena. Considere, por exemplo, uma das grandes disputas da física do século XX, a longa disputa entre dois físicos de renome mundial. O antagonismo entre Philipp Lenard e Albert Einstein joga uma luz considerável sobre como preocupações não científicas tem o poder de influenciar os cientistas.

Philipp Lenard (1862-1947) foi um físico experimental alemão que fez avançar o estudo de tubos de raios-X, do efeito fotoelétrico e a teoria atômica. Seus resultados levaram-no a propor (corretamente) que a maior parte do átomo é composto de espaço vazio. Lenard era um gênio, operando com a profunda convicção de que apenas uma experimentação cuidadosa poderia levar ao avanço na compreensão da estrutura do universo. Lenard recebeu o Prêmio Nobel em física em 1905 pelo seu trabalho sobre os raios catódicos.

Albert Einstein (1879-1955), que precisava de uma mínima apresentação, era um físico teórico suíço que desenvolveu as teorias da relatividade especial, da relatividade geral, da equivalência de massa-energia (E = mc2) e do efeito fotoelétrico - para essa última, confiando nos resultados experimentais chave fornecidos pelo trabalho de Lenard. Surpreendentemente, Einstein fez muitas de suas contribuições seminal, não como Lenard, enquanto dirigia um laboratório em uma universidade de prestígio, mas enquanto trabalhava como funcionário de patentes suíças de baixo nível. Einstein ganhou o Prêmio Nobel em física em 1921 pela descoberta da lei do efeito fotoelétrico.

Inicialmente, a relação entre Lenard e Einstein parece ter sido cordial. Sua correspondência sugere que cada um detinha pelo outro alta admiração. Quando Einstein publicou sua teoria quântica explicando o efeito fotoelétrico, Lenard escreveu-lhe: "Nada pode me fazer mais feliz do que um pensador de grande profundidade e alcance que tire algum prazer do meu trabalho". Einstein, por sua vez, referiu Lenard como "um grande Mestre e genial ".

Mas, como detalhado em um livro recente, "The Man Who Stalked Einstein" (O Homem que perseguiu Einstein), esse relacionamento logo se deteriorou. Em uma carta a um amigo alguns anos depois, Einstein expressou uma visão bastante diferente de Lenard, que era então considerado por muitos como o físico mais famoso da Alemanha:

"Suas teorias sobre o éter me parecem quase infantis, e algumas de suas investigações se aproximam do ridículo. Lamento muito que você perca seu tempo com tais estupidezes."

Lenard, entretanto, logo foi envolvido pela onda de nacionalismo alemão que acompanhou a Primeira Guerra Mundial. Ele se tornou cada vez mais convencido da existência de uma física distintamente alemã que precisava ser defendida contra o trabalho plagiado ou francamente fabricado emanado de outros países. Lenard também ficou mais e mais envolvido no antisemitismo, acusando a "imprensa judaica", entre outras coisas, de promover o perigoso trabalho de Einstein sobre a relatividade.

Em 1920, apenas um ano antes de Einstein ganhar o Prêmio Nobel, o debate entre Lenard e Einstein entrou em erupção em um duelo de palavras em uma grande conferência de pesquisa alemã.

Lenard argumentou que a abordagem hiper-teórica e hiper-matemática de Einstein para a física exercia uma influência perniciosa no campo. Chegou a hora, argumentou, de restaurar o experimentalismo ao seu devido lugar. Ele também lançou um ataque malicioso contra Einstein, fazendo pouca tentativa de ocultar sua antipatia em relação aos judeus.

Os ataques de Lenard contra Einstein tornaram-se cada vez mais causticos. Ele comparou os físicos teóricos com os pintores cubistas, que, em sua opinião, eram "incapazes de pintar decentemente". Ele lamentou o fato de que um "espírito judeu" estivesse reinado sobre a física. Sobre o próprio Einstein, cujas idéias tinham sido aceitas por muitos dos físicos mais proeminentes em todo o mundo, Lenard opinou: "Apenas porque uma cabra nasceu em um estábulo não a torna puro sangue".

Einstein tentou inicialmente responder aos ataques de Lenard sobre sua teoria da relatividade com humor:

"Quando você está cortejando uma linda garota, uma hora parece um segundo, mas quando você se senta em uma brasa quente, um segundo parece uma hora. Essa é a relatividade ".

Mais tarde, ele abandonou todo a pretensão de paciência e tolerância, rotulando Lenard como "um sujeito realmente complicado" que deve continuar "fazer negócios com o monstro até comer poeira".

A convicção de Lenard de que a ciência, "como tudo o que o homem produz", foi de alguma forma fundamentada na ascendêcia (racial), levou-o a se tornar um dos primeiros adeptos do nacional-socialismo (Nazismo). Ao contrário de muitos cientistas alemães que olhavam para Adolf Hitler com desdém, Lenard era um dos seus mais fervorosos apoiadores e tornou-se a autoridade número um da física do regime.

Ironicamente, o desprezo dos nacional-socialistas pela "física judaica" foi uma das principais razões pelas quais eles não desenvolveram armas nucleares.

Lenard dirigiu suas invectivas (ataques) para outros cientistas. Ele ficou extremamente ressentido com o crédito concedido a Wilhelm Roentgen, que recebeu o primeiro Prêmio Nobel de física pela a descoberta do raio-X, apesar de Roentgen ser alemão e não-judeu. Lenard escreveu que ele, não Roentgen, era a "mãe dos raios-X", já que ele havia inventado o aparelho usado para produzi-los. Ele comparou o papel de Roentgen com o de uma "parteira" que apenas ajuda com o nascimento.

Lenard acabou se tornando "chefe da física ariana" sob o regime nazista. Em 1933, ele publicou um livro chamado "Great Men in Science" (Grades homens da ciêcia), que omitiu qualquer menção a Einstein, Roentgen e outros cientistas notáveis ​​do século 20 como Marie Curie. Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, o papel proeminente de Lenard no regime nazista levou à sua prisão, mas ele estava bastante avançado em anos. Em vez de ser condenado à prisão, ele foi enviado para morar em uma pequena aldeia alemã, onde morreu aos 83 anos.

A história de Philipp Lenard nos lembra que mesmo cientistas do mais alto calibre às vezes pensam, falam e atuam de maneiras absolutamente não científicas, influenciados por preconceitos que não têm base científica. Eles são seres humanos, também, e o público em geral precisa ter o cuidado de distinguir entre um cientista cujos argumentos se baseiam em evidências e um cujos pronunciamentos resultam de outras fontes de convicção menos confiáveis.

Fonte: http://www.rawstory.com/2015/06/when-science-gets-ugly-the-story-of-philipp-lenard-and-albert-einstein/

A minisserie Genius da National Geographic retrata essa contenda:

http://www.imdb.com/title/tt5673782/?ref_=nv_sr_1

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- Algumas curiosidades da vida de Albert Einstein -

Cinco coisas que você não sabe sobre Albert Einstein:

Albert Einstein nasceu em Ulm, na Alemanha, em 14 de março de 1879, e, pouco tempo depois, mudou a história da física e da ciência com teorias que revolucionaram a compreensão de todos os tipos de conceitos e fenômenos, como o espaço, o tempo, a gravidade e a energia. Sua genialidade e sua personalidade o transformaram em uma figura emblemática do século XX, embora ainda haja fatos desconhecidos sobre sua vida. A lista abaixo reúne alguns deles:

1 - Ele não era ruim em matemática: existe a lenda que Einstein foi reprovado em matemática quando era jovem, mas os registros oficiais mostram que, na verdade, ele era um ótimo aluno, com notas altas na escola de Munique, que precisou abandonar aos 15 anos para sair da Alemanha e fugir do serviço militar obrigatório.

2 - Nove anos para conseguir um emprego no meio acadêmico: apesar de todo o seu brilhantismo nos anos em que passou na Escola Politécnica Federal de Zurique, sua personalidade rebelde o privou de ser recomendado pelos professores do corpo docente. Ao não conseguir uma posição acadêmica, Einstein teve que se conformar com uma vaga em um escritório de patentes em Berna e, ali, graças a um ótimo aproveitamento de seu tempo livre, conseguiu escrever e publicar, em 1905, quatro artigos revolucionários que introduziram sua famosa equação E=mc2 e a teoria da relatividade espacial. Mesmo assim, só conseguiu uma cadeira acadêmica em 1909, quase dez anos depois de ter deixado o politécnico.

3 - Ofereceu o Prêmio Nobel à ex como acordo de divórcio: quando seu casamento com Mileva Maric naufragou, por volta de 1910, Einstein deixou sua família, mudou-se para Berlim e iniciou um novo relacionamento com sua prima Elsa (na foto acima). Ele e Maric, finalmente, se divorciaram em 1919. E como parte do acordo de separação, Einstein prometeu a ela uma renda anual mais a recompensa do Prêmio Nobel, o qual ele ainda não havia ganhado e que só recebeu em 1922, por seu trabalho sobre o efeito fotoelétrico.

4 - FBI o espionou por vários anos: seu apoio declarado ao pacifismo, aos direitos civis e às causas de esquerda gerou suspeitas no FBI de J. Edgar Hoover, e, quando Einstein chegou aos EUA, a agência iniciou uma campanha de vigilância que duraria 22 anos, durante os quais foram escutadas suas ligações telefônicas, foi aberto seu correio e até seu lixo, em busca de provas que o delatassem como agente subversivo ou espião soviético. Quando Einstein morreu, sua ficha no FBI tinha 1.800 páginas.

5 - Seu cérebro foi roubado depois de sua morte: Einstein morreu em abril de 1955 em decorrência de um aneurisma na aorta abdominal. Durante a autópsia, o patologista Thomas Harvey retirou seu cérebro na esperança de descobrir os segredos de sua genialidade.

Fonte:
https://mobile.seuhistory.com/noticias/cinco-coisas-que-voce-nao-sabe-sobre-albert-einstein

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Einstein recusou cirurgia que poderia prolongar sua vida

Em 17 de abril de 1955, Einstein sofreu um sangramento interno causado pela ruptura de um aneurisma da aorta abdominal, que anteriormente havia sido reforçado cirurgicamente por Rudolph Nissen em 1948. Ele levou o rascunho de um discurso que ele estava preparando para uma aparição de televisão comemorando o sétimo aniversário do Estado de Israel com ele para o hospital, mas ele não viveu o tempo suficiente para completá-lo.

Einstein recusou a cirurgia, dizendo: "Eu quero ir quando quiser. É insípido prolongar a vida artificialmente. Eu fiz minha participação, é hora de ir. Eu farei isso de forma elegante". Morreu no Hospital Princeton Cedo na manhã seguinte aos 76 anos, tendo continuado a trabalhar até perto do final.
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ALBERT EINSTEIN DECIDE PASSAR PARA A IMORTALIDADE
18-04-1955

Após ser diagnosticado com uma hemorragia, em 16 de abril de 1955, o físico Albert Einstein disse: “Quero ir embora quando tiver que ir. É de mau gosto prolongar artificialmente a vida. Eu fiz minha parte, é hora de partir. E eu o farei com elegância”.

Ele morreu no Hospital de Princeton, nas primeiras horas de 18 de abril de 1955, aos 76 anos.
Na sua escrivaninha, ele deixou o rascunho do discurso que daria a milhões de israelenses pelo sétimo aniversário da independência de Israel.

Começava assim: “Hoje, eu me dirijo a vocês não como cidadão norte-americano nem como judeu, mas como ser humano”.

Seu corpo foi cremado naquela mesma tarde, antes que a maior parte do mundo soubesse da notícia.
Durante a autópsia, o patologista Thomas Stoltz Harvey extraiu seu cérebro para conservá-lo, com a esperança de descobrir o que fez com que Einstein fosse tão inteligente.

Até agora, o único dado científico obtido foi que a parte do cérebro relacionada à capacidade matemática era maior que o normal.

Fonte:

https://seuhistory.com/hoje-na-historia/albert-einstein-decide-passar-para-imortalidade

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10 coisas que talvez você não saiba sobre Einstein

Presidência de Israel

7 - Poucos dias depois do primeiro presidente de Israel Chaim Weizmann morrer, no dia 9 de novembro de 1952, Einstein foi perguntado se ele aceitaria a posição de ser o segundo presidente daquele país.
Einstein, então com 73 anos, modestamente recusou a oferta. Em sua carta oficial de recusa, Einstein afirmou que não só faltava a aptidão natural e a experiência para lidar adequadamente com as pessoas, como também, disse que estava ficando velho.

4 - Projetou uma geladeira

Imagine ter em casa uma geladeira com tecnologia criada por Einstein? Pois, ele criou uma, mas ela não chegou a ser produzida. Isso aconteceu 21 anos depois dele escrever sua Teoria da Relatividade Geral.
A geladeira funcionava com gás etílico e foi patenteada em 1926, mas nunca entrou em produção porque a nova tecnologia tornou-se desnecessária. Einstein inventou a geladeira porque leu sobre uma família que havia sido envenenada por um modelo que funcionava com dióxido de enxofre.

Leia mais em;
Fonte:
https://www.megacurioso.com.br/personalidades/39694-incrivel-10-coisas-que-talvez-voce-nao-saiba-sobre-einstein.htm

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E=mc²: Einstein e a equivalência entre matéria e energia

E=MC²
Para se ter ideia do significado desse número, segundo a equação de Einstein, a transformação completa de dez quilogramas de massa produziria uma quantidade de energia suficiente para evaporar toda a água da Baía de Guanabara.

Leia mais:

Fonte:
https://educacao.uol.com.br/disciplinas/fisica/emcsup2sup-einstein-e-a-equivalencia-entre-materia-e-energia.htm

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A história por trás da icônica foto de Albert Einstein com a língua de fora



A fotografia que revela o lado bem-humorado do criador da Teoria da Relatividade foi tirada em 1951 por Arthur Sasse, fotógrafo da agência de notícias United Press International (UPI).

O escritor francês Fred Jerome conta em seu livro The Einstein Files: J. Edgard Hoover's Secret War Against the World's Most Famous Scientist (Os Arquivos de Einstein. A Guerra Secreta de J. Edgard Hoover contra o Cientista mais Famoso do Mundo, em tradução livre) que o cientista posou pacientemente para os fotógrafos à sua espera na porta do clube.

Após a sessão, quando o prêmio Nobel de Física em 1921 se preparava para partir, Sasse se aproximou dele e pediu um sorriso para tirar a fotografia. Seja por cansaço ou farto da perseguição dos repórteres, conta Jerome, Einstein colocou a língua para fora, e Sasse foi suficientemente rápido para capturar o gesto.

Os editores da agência chegaram a hesitar em publicar a imagem, por receio de ofender o cientista, mas ela acabou sendo veiculada. Einstein não se importou e, na verdade, gostou tanto dela que produziu cópias - cortada para excluir seus acompanhantes - para dá-las autografadas a amigos.

Leia mais;
Fonte:
http://www.bbc.com/portuguese/geral-40751047

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Albert Einstein dando uma aula na Lincoln University, uma universidade para negros em 1946.



Nos vinte anos antes de Einstein morrer, ele quase nunca aceitou convites para falar nas universidades. Em 1946 ele quebrou sua auto-imposta regra para dar uma aula e aceitar um diploma honorário de uma pequena universidade, tradicionalmente negra, perto de Filadélfia, Pensilvânia.

"A separação das raças não é uma doença de pessoas coloridas, mas uma doença de pessoas brancas. Eu não pretendo ficar calado sobre isso "
- Albert Einstein -

Fonte: https://rhapsodyinbooks.wordpress.com/2010/05/03/may-3-1946-%E2%80%93-albert-einstein-spoke-at-lincoln-university-in-pennsylvania/

Einstein com crianças na Lincoln University Faculty, May 3, 1946















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Os Artigos do ano miraculoso
Contribuições científicas

Ao longo de sua vida, Einstein publicou centenas de livros e artigos. Além do trabalho individual, também colaborou com outros cientistas em outros projetos, incluindo a estatística de Bose-Einstein, o refrigerador de Einstein e outros. Publicou mais de 300 trabalhos científicos, juntamente com mais de 150 obras não científicas.

Os textos do Ano Miraculoso são trabalhos acadêmicos que estabeleceram Einstein como um dos físicos mais importantes do mundo. Não só publicou artigos importantes nesse ano, mas também encontrou tempo para escrever outros 23 de revisão para uma série de revistas. Realizou tudo isso em seu tempo livre depois que chegava em casa do trabalho. No início de 1905 tinha 25 anos, era um homem de família, com dois anos de casamento, e encontrou tempo para pensar sobre física. Independentemente de como conseguiu concentrar-se com sua vida agitada, os resultados alcançados nesse ano foram notáveis. Estão entre os trabalhos mais profundos já publicados na física. Um deles iria finalmente lhe render o seu grau de doutor e ajudar a estabelecer que os átomos realmente existem. Outros dois lançaram uma nova área da física — a relatividade especial — pela qual ele se tornou mundialmente famoso. Um quarto artigo ligado a curiosa observação sobre o movimento errático do pólen — o movimento browniano — com o tamanho de átomos. 
Todos eles foram publicados na prestigiada revista alemã Annalen der Physik. Os quatro artigos são:
 
1 - Sobre um ponto de vista heurístico relativo à produção e transformação da luz. 
Artigo científico que possui como foco o efeito fotoelétrico, foi recebido pelo periódico em 18 de março e publicado em 9 de junho. Resolveu um quebra-cabeça sem solução, sugerindo que a energia é trocada apenas em quantidades discretas (quanta). Esta ideia foi fundamental para o desenvolvimento inicial da teoria quântica.

2 - Sobre o movimento de pequenas partículas em suspensão dentro de líquidos em repouso, tal como exigido pela teoria cinético-molecular do calor.
Artigo focado no movimento browniano, foi recebido em 11 de maio e publicado em 18 de julho. Explicou evidência empírica para a teoria atômica, apoiando a aplicação da física estatística.

3 - Sobre a Eletrodinâmica dos Corpos em Movimento. 
Com foco na relatividade restrita, foi apresentado em 30 de junho e publicado em 26 de setembro. Reconciliou as equações de eletricidade e de magnetismo de Maxwell com as leis da mecânica, introduzindo alterações importantes na mecânica perto da velocidade da luz, que resultam da análise com base na evidência empírica de que a velocidade da luz é independente do movimento do observador. Desacreditou o conceito de um "éter luminoso".

4 - A inércia de um corpo depende do seu conteúdo energético?.
 Artigo que investiga a equivalência massa-energia, foi apresentado ao periódico em 27 de setembro e publicado em 21 de novembro. É apresentada a equivalência de matéria e energia, E=mc² (e, por consequência, a capacidade da gravidade em "curvar" a luz), a existência da "energia de repouso" e a base da energia nuclear (a conversão de matéria em energia por seres humanos e no cosmos).

Outros cientistas, especialmente Henri Poincaré e Hendrik Lorentz, tinham teorizado partes da relatividade especial. No entanto, Einstein foi o primeiro a reunir toda a teoria em conjunto e perceber o que era uma lei universal da natureza, não uma invenção de movimento no éter, como Poincaré e Lorentz tinham pensado. Originalmente, a comunidade científica ignorou os artigos do Ano Miraculoso. Isso começou a mudar depois que recebeu a atenção de Max Planck, o fundador da teoria quântica, um dos físicos mais influentes de sua geração e o único físico que notou os trabalhos. Ambos viriam a se conhecer em uma palestra internacional na Conferencia de Solvay, após Planck gradualmente confirmar sua teoria.[carece de fontes]

Fonte:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein




quinta-feira, 6 de julho de 2017

A Desintegração da Morte

A Desintegração da Morte
Incrível Invenção do Dr. Klepstein
(de Orígenes Lessa)

No YouTube:

https://youtu.be/J-UNYj1A8uE




Livro de contos do escritor brasileiro Orígenes Lessa, escrito em 1948 , é uma coletânea de contos que inclui os contos:
A Desintegração da Morte;
Nós, o mar e Conceição;
O Inst. Nacional do Amendoim;
Um Anjo apareceu a Marilu.

Orígenes Lessa (Orígenes Temudo Lessa),
jornalista, contista, novelista, romancista, ensaísta, e imortal da Academia Brasileira de Letras.
Nasceu em Lençóis Paulista, SP, em 12 de julho de 1903,
e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 13 de julho de 1986.

Orígenes Lessa na wikipedia:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Or%C3%ADgenes_Lessa













terça-feira, 4 de julho de 2017

Extrair ou adicionar audio em um video


Tutorial de como extrair ou adicionar trilha de áudio de/em um vídeo.

No YouTube:

https://youtu.be/hgHSH6ndlW4





Foram usados dois programas, o Atube Catcher pra extrair o áudio do vídeo, e o MKVToolNix pra adicionar o áudio ao vídeo. Ambos gratuitos.
Segue links pra baixa-los:
Pra baixar o Atube Catcher:
http://www.atube.me/pt-br/

Pra baixar o MKVToolNix:
https://mkvtoolnix.download/downloads.html

Nesse tutorial ocorreu a seguinte situação:
Eu tinha dois vídeos idênticos, porem um com o som original em inglês e outro com o som dublado em português. Ambos os vídeos possuíam originalmente apenas uma trilha de audio, um em inglês e outro em português.
Os vídeos originais possuíam aproximadamente 1 GB de tamanho, 43 minutos de duração, 720p de resolução, um estava no formato MP4 (áudio em inglês) e outro em MKV (áudio em português).
Então resolvi manter apenas um vídeo (até pra economizar espaço no HD), mas quis manter as duas trilhas de áudio, pra poder optar qual delas quero ouvir.
Pra isso extrai a trilha de áudio do vídeo em inglês e depois a adicionei ao vídeo em português.

O processo foi executado em um notebook com core i5 5200U, 4 Gb de memoria RAM, placa de vídeo Intel HD Graphics 5500 com memória compartilhada.

Extração da trilha de audio.

O Atube Cacher entre outras funções permite extrair somente o áudio de um vídeo na aba "Video Converter", exibida na imagem 1:














Imagem 1

Arraste e solte sobre a janela do Vídeo Converter o arquivo do vídeo do qual deseja extrair o audio, ou clique no botão Add e navegue a até a pasta que contem o vídeo.
Após adicionado escolha o formato de saida do arquivo convertido clicando em "Output profile".
Há vários formatos de saída em vídeo e em áudio conforme mostra a imagem 2. Ao escolher um formato de áudio é salvo somente o áudio do vídeo. Entre os formatos de saida de audio há o MP3 e FLAC (Free Lossless Audio Codec). O FLAC é lossless, ou seja, sem perda de qualidade de audio, por isso o escolhi, já que o MKVToolNix o suporta.
Em "Save To" escolha a pasta de saída e o nome do arquivo. Para iniciar o processo clique em "Convert". Levou aproximadamente uns 2 minutos.














 Imagem 2


Adição da trilha de áudio.

Pra adicionar a trilha extraída ao vídeo foi usado o MKVTollNix. Veja interface do mesmo na imagem 3:













Imagem 3
  

 Na aba  "Multiplexer", no campo "Ficheiros de origem" adicione o vídeo e a(s) trilhas de áudios que deseja adicionar, clicando dentro dele com o direito e em "Adicionar arquivos" e navegue até a(s) pasta(s) que contem os arquivos de vídeo e o de áudio (previamente extraído).
Veja na imagem 4 os arquivos já adicionados ao MKVToolNix:













Imagem 4

No campo "Faixas, capítulos e etiquetas" são exibidos os arquivos de vídeos e áudios já inclusos no vídeo para serem adicionados, além das "tags" se houverem.
No "Propriedades" podem ser alteradas várias propriedades do áudio selecionado, como por exemplo o nome e idioma do áudio (o que facilita na hora de selecionar qual ouvir quando for assistir o vídeo).

Em "Destination file" escolha a pasta e o nome onde será salvo o vídeo com o áudio adicionado.

Para iniciar o processo de inserção da trilha no vídeo, clique em "Start multiplexing", e caso queira acompanhe o processo clicado na aba "Job output". Veja a aba "Job output" na imagem 5:

 











Imagem 5

Eu usei esses recursos pra adicionar uma trilha de áudio em outra idioma, mas com o mesmo conteúdo falado (apenas em outro idioma). Mas esse recurso pode ser utilizado, também para se incluir uma trilha com um áudio diferente, por exemplo: uma narração com comentários sobre as imagens, bastidores, opinião, observações, musicas, etc...

P.S.
No vídeo tutorial o som do vídeo final com os dois áudios parece que tá baixo, quase inaudível, mas apenas porque o volume do player tá baixo pro microfone capturar, no entanto os dois áudios estão perfeitos, com a qualidade dos áudios originais.

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Obs 1:
O Atube Catcher também foi usado pra gravar/capturar esse tutorial. O som da captura nunca fica muito bom nesse meu notebook, fica com umas falhas, cortes. Não sei se por problema do Atube Catcher ou do meu notebook/Microfone interno dele. Mas acho que acompanhando as imagens dá pra entender.

Obs 2:
O áudio adicionado, em inglês, ficou levemente fora de sincronia com a imagem. Isto pode ocorrer por vários motivos: os dois vídeos não terem exatamente os mesmos tempos de duração, terem Frame rate FPS (Frame per seconds) diferentes etc... Aí caso isso seja essencial pra você, terá que buscar soluções pra corrigir. Não faz parte do escopo desse vídeo a resolução desse problema.

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Informações sobre o FLAC:

FLAC (acrônimo de Free Lossless Audio Codec, que significa Codec de Áudio Livre Sem Perdas em inglês) é um codec de compressão de áudio sem perda de informação. Ao contrário de codecs com perda tais como o MP3 e o Vorbis, ele não remove nenhuma informação do fluxo de áudio, mantendo a qualidade do som, podendo comprimir um arquivo de CD em até 50%, inferior aos até 80% do seu maior concorrente MP3, em razão da total fidelidade ao arquivo original.

Mais informação sobre o FLAC a wikipedia:
https://pt.wikipedia.org/wiki/FLAC


segunda-feira, 22 de maio de 2017

TV Full HD pequenas

TV LED 24" Full HD AOC LE24D1461 

Algo que descobri recentemente é que não se encontra mais (ou tá cada vez mais escasso), hoje em dia, TVs menores que 42" com resolução FULL HD (1920x1080).
Li que os fabricantes pararam de fabricar TVs menores de 42" com resolução Full-HD; são todas apenas HD (1366x768).
Estava procurando uma TV de 32" Full-HD (1920x1080) e não achei. Os fabricantes alegam que em TVs menores, até 32" não faz diferença, o usuário não nota mais qualidade, pra assistir TV e filmes.

Mas, como queria uma pra também servir de monitor de computador, aí sim, faz diferença. Além da melhor qualidade de imagem, você tem muito mais área útil em uma resolução de 1920x1080.
Pesquisando, a única TV menor de 42" polegadas com resolução Full-HD que encontrei, foi essa AOC de 24" 
(TV LED 24" Full HD AOC LE24D1461 com Conversor Digital Integrado, Entradas HDMI e Entrada USB).

Hoje em dia não compraria um display (tela), que seja somente monitor, prefiro comprar uma TV com conversor digital, que também tenha entrada pra computador (HDMI e se tiver, também VGA, melhor. Essa AOC tem VGA.)

Entradas/conectores dela:
- 1 Vídeo composto 
- 1 PC VGA/RGB 
- 1 PC Som (P2) 
- 2 HDMI 
- 1 USB 
- 1 Saída de áudio/vídeo (digital áudio - SPDIF) 
- 1 Entrada para fone de ouvido.

Talvez pra gamers ela não seja adequada, devido ao tempo de resposta (25 milissegundos), que pode causar fantasmas/rastros em movimentos muitíssimo rápidos. Pra jogos recomendam um tempo de resposta de 5ms ou menor (mas em geral quem nota isso são "xiitas" que procuram pelo em ovos :) ).
E a AOC não é considerada top em termos de eletro/eletrônicos.

Não estou afirmando, nem negando, nada em relação às qualidades dessa TV. Não sei se é de boa ou má qualidade técnica. Também não é uma smart-TV; então não é possível por ela acessar Netflix, youtube, redes sociais, e demais recursos das smart-TVs. Não possui conectores pra rede cabeada e nem possui wireless.
Desconheço seu MTBF (Mean Time Between Failures), em português Período Médio Entre Falhas, que é um valor atribuído a um determinado dispositivo ou aparelho para descrever a sua confiabilidade. Este valor atribuído indica quando poderá ocorrer uma falha no aparelho em questão. O MTBF é normalmente expresso em horas. Quanto mais elevado é o MTBF, mais o produto é confiável.

 Apenas sugerindo uma opção de TV abaixo de 42 polegadas com resolução Full-HD (1920x1080p). 

Mas, achei uma boa opção pra quem não quer, ou não precisa, ou não tem espaço pra uma TV enorme.

Link do aparelho no extra: